Incêndios em mato foram registrados em Itapetininga e outras cinco cidades.
Queimadas prejudicam ocorrências mais graves, diz capitão dos bombeiros.
O Corpo de Bombeiros se mobilizou para atender 33 focos de incêndio em mato em seis cidades da região de Itapetininga (SP) durante este domingo (10) e segunda-feira (11). De acordo com a corporação, em Itapetininga foram registradas 11 ocorrências. Já em Avaré (SP) foram nove, emTietê (SP) seis focos de incêndio, Itapeva (SP) foram quatro ocorrências, Tatuí (SP) duas queimadas e na área de Boituva (SP) houve uma ocorrência.
Alerta
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros Adriano Freitas de Brito, os incêndios em mato podem prejudicar outras ocorrências de maior gravidade. “Quando fazemos o atendimento das ocorrências, existe uma triagem, pois temos uma lista de prioridades. Mas, quando estamos atendendo uma ocorrência de fogo em mato e entra uma ocorrência mais grave, haverá um atraso no atendimento.”
De acordo com o capitão do Corpo de Bombeiros Adriano Freitas de Brito, os incêndios em mato podem prejudicar outras ocorrências de maior gravidade. “Quando fazemos o atendimento das ocorrências, existe uma triagem, pois temos uma lista de prioridades. Mas, quando estamos atendendo uma ocorrência de fogo em mato e entra uma ocorrência mais grave, haverá um atraso no atendimento.”
Segundo Brito, na maioria das vezes as queimadas ocorrem na área urbana dos municípios. “Não é só o incêndio, mas a fumaça também atrapalha a vida das pessoas. Então, nós pedimos para a população evitar essa atitude de limpar terrenos ateando fogo para também contribuir com o serviço de atendimento de resgate e salvamento”, ressalta.
Ainda segundo o capitão, há casos de queimadas decorrentes do tempo seco. “São vários fatores que contribuem para essas queimadas, entre elas a geada que seca a vegetação. Além disso, terrenos mal cuidados e sem proteção contribuem para as queimadas”, completa.
De acordo com a polícia, o ato de atear fogo em mata é crime denominado de incolumidade pública, segundo artigo 250 do Código Penal. A pena é de 3 a 6 anos de reclusão.
Fonte: G1